Acordei e fiquei observando Roberta dormindo. Estava encantada com minha pequena. Ela provocara-me sensações intensas. Nos amamos várias vezes durante a noite. Meu estômago reclamou, estava com fome. Olhei mais uma vez o corpo lindo de minha pequena. Senti outro tipo de fome. Sorri, mas antes era melhor saciar a fome de comida mesmo. Levantei-me, fui até meu armário de roupas, peguei um vestidinho curto de malha e vesti-me e fui em direção à cozinha. Iria preparar um belo café da manhã. Café na cama. Isto era muito bom, e minha princesinha merecia.
Roberta ainda dormia quando levei o café da manhã na bandeja. Deixei a bandeja de lado e aproximei-me dela. Comecei a dar beijinhos em suas costas nuas e fui subindo até chegar ao pescoço. Roberta se mexeu.
- Acorda bela adormecida. Sussurrei em seu ouvido.
- Hummm.....
- Vamos tomar o café. Vamos, minha princesa. Disse e sapequei mais alguns beijos nela.
Roberta virou-se e sorriu para mim. Seu sorriso era lindo, suas covinhas me encantavam. Ela sentou na cama e abraçou-me.
- Bom dia, meu amor. Roberta falou.
- Bom dia, princesa. Vamos comer?
- Hummm.... Vamos sim. Eu tô faminta. Roberta falou e riu.
Peguei a bandeja e coloquei-a sobre a cama. Começamos a comer.
- O que você acha de passar o fim de semana comigo, princesinha? Perguntei sorrindo.
- Passar o fim de semana todinho com você? Roberta estava com um sorriso de orelha a orelha, demonstrando sua imensa alegria.
- Sim. O que acha? Disse observando suas covinhas.
- Preciso avisar meus pais. Eu disse a eles que só ia dormir fora. Devem estar me esperando.
- Ok. Ligue para eles e avise-os.
- Eu preciso de roupas. Vamos até lá e daí eu falo com eles. Acho que vai ser melhor assim.
- É verdade. Não tinha pensado neste detalhe. Então vamos acabar de comer e ir pra lá. Quero aproveitar este fim de semana que promete ser belíssimo.
- Sim, mas antes vamos tomar um banhozinho gostoso? Roberta perguntou-me fazendo uma cara sem vergonha. Dei um sorriso e peguei em sua mão, e juntas nos encaminhamos para o banheiro.
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Já na casa de Roberta, ela estava praticamente implorando a sua mãe que a deixasse passar o fim de semana comigo.
- Mãe, eu não vou fazer nada de errado. É com a Cláudia que eu vou ficar.
- Minha filha, você nunca ficou fora o fim de semana. Sua mãe argumentava.
- Mãe, eu antes não tinha amigos em quem ficar, só por isso.
Eu, que até o momento apenas observava, manifestei-me.
- Olha, D. Sandra, eu a convidei apenas para aproveitarmos melhor o fim de semana. Não vamos viajar, nem nada do tipo. Ficaremos na cidade mesmo.
- Eu sei, Cláudia. Acredito em você. É que ela nunca me pediu isto. Disse a mãe de Roberta.
- Eu responsabilizo-me por ela. E, D. Sandra, se eu tivesse apenas 18 anos também me preocuparia. Disse e nós três rimos. – Mas tenho 28 anos. Não sou nenhuma criança, pronta para fazer uma arte.
- Tá bom. D. Sandra disse e olhou para Roberta. – Juízo, hein menina. E Cláudia, se ela incomodar-lhe mande-a logo pra casa. Falou rindo.
- Pode deixar, se ela me incomodar mando-a mais cedo pra casa. Disse e olhando para D. Sandra e em seguida olhei para Roberta sorrindo.
- Obrigada, mãe. Roberta disse e abraçou a mãe, não se contendo de alegria.
Roberta me chamou e fomos para o seu quarto. Seu quarto não era grande, tinha uma cama de solteiro com uma colcha rosa por cima. Um armário, uma cômoda e uma mesinha de cabeceira com um abajur tendo na base um ursinho. Achei que fosse encontrar um monte de bichinhos de pelúcia jogados por cima da cama. Tinha apenas um. Sorri comigo mesma.
- Hummm.... Então é aqui que minha princesinha dorme?
- Sim. Ainda bem que é só meu. Acho que se tivesse uma irmã teria que dividi-lo com ela.
- Então sorte sua ter dois irmãos. Falei sorrindo e olhando para o céu azul presente em seus belos olhos.
- Sim, é verdade. Deixe-me pegar algumas roupas.
Roberta pegou uma mochila, abriu seu armário e escolheu algumas peças de roupas e colocou dentro dela. Pegou alguns produtos de uso pessoal e colocou nela também.
- Tô pronta. Ela falou me sorrindo, com os olhos brilhando de alegria.
Nos despedimos de D. Sandra e voltamos para o meu apartamento. Mal entramos nele e agarrei Roberta por trás. Estava louca para sentir novamente o calor de seu corpo junto ao meu. Afastei seus cabelos e rocei meus lábios em sua nuca. Roberta se arrepiou inteirinha. Percorri minhas mãos pela sua barriga e as subi em direção aos seios, acariciei-os, circulando seus mamilos, fazendo com que Roberta soltasse pequenos gemidos. Na seqüência retirei sua blusa, deixando-a de sutiã... desci minha mão para sua perna e a enfiei por baixo de sua saia, minha mão procurou seu sexo sob a calcinha. Senti a pequena peça toda molhada. Delícia. Meu dedo invadiu a lateral da calcinha fazendo-lhe pequenos carinhos em seu sexo convidativo. Roberta soltou gemidos deliciosos que me enlouqueciam. Dei mordidinhas em seus ombros e pescoço. A virei para mim, ela estava com o olhar carregado de desejo. Aproximei-me a milímetros de sua boca convidativa e nossas respirações se confundiram, mordisquei-lhe o lábio inferior e ela gemeu gostoso, não agüentando a vontade, tomei-lhe a boca num beijo cheio de paixão, ao mesmo tempo em que retirei seu sutiã e desabotoei-lhe a saia, que desceu ao chão. Minhas mãos percorreram suas costas nuas e quentes, e desceram para sua bunda deliciosa, vestida apenas com a calcinha de renda, a apertei com vontade fazendo-a gemer, puxando-a para mim. Interrompi o beijo e a levei para o sofá... fiz com que se sentasse, retirei minhas roupas, peça por peça, sem deixar de olhar para minha princesinha. Sorrimos... um sorriso cúmplice. Ajoelhei-me na frente dela e comecei a acariciar suas pernas, levei minha boca em uma de suas coxas e passei a língua por ela e dei leves mordidinhas. Roberta gemendo, se recostou no sofá, abrindo suas pernas, oferecendo-se para ser explorada pela minha boca ávida por sentir o seu gosto maravilhoso e inebriante. A torturei, dei carinhos em sua outra coxa... subi para sua barriga beijando-a e lambendo-a deliciosamente, até chegar aos seus seios lindos com os biquinhos duros de tesão. Tomei um deles em minha boca faminta, suguei-o, circulei-o com a língua fazendo com que seu corpo se arrepiasse totalmente. Ela me puxou para um beijo na boca... nossas línguas se enroscavam, quentes, macias, num beijo molhado e explorador. Suas mãos percorreram minhas costas me arranhando com vontade. Gemi pelo prazer de sentir suas unhas em mim, rasgando-me como uma gata no cio.
- Me... chupa... meu amor.... Roberta pediu suplicante.
Com a boca cheia de água para sentir novamente seu gosto, resolvi atender seu pedido. Levei minha boca até seu sexo... beijei-o por cima da calcinha totalmente molhada com seu líquido, mordisquei-o... Roberta contorceu seu corpo, gemendo gostosamente.
- Quero mais... mais.... Implorou, agarrando meus cabelos e empurrando meu rosto ainda mais ao encontro de seu sexo encharcado.
Com as duas mãos, retirei-lhe a calcinha e a joguei em qualquer lugar. Delirei com a visão magnífica de seu sexo intumescido a espera do prazer. Senti a boca seca, e queria saciar a minha sede com seu líquido delicioso. Aproximei-me de seu sexo, sentindo seu cheiro inebriante, tomei-o com a minha boca sedenta, minha língua explorou-o por todos os recantos. Meu coração parecia querer explodir de felicidade. Seu gosto de fêmea me enlouquecia. Acariciei com a língua seu clitóris intumescido, Roberta rebolava sensualmente seus quadris, levei minha língua até sua cavidade e a penetrei, ouvi Roberta falar coisas desconexas, agarrando-se em meus cabelos, comecei a movimentar minha língua freneticamente querendo enlouquecê-la mais e mais.
- Mais... quero mais... me come gostoso... Roberta pedia enlouquecida, para logo em seguida ser tomada por violentos espasmos de prazer, convulsionando seu corpo num orgasmo intenso, arrebatador. De repente ela amoleceu seu corpo e desabou no sofá. Sentei-me ao seu lado e a coloquei em meu colo e a embalei como uma criança. A enchi de beijos pelo rosto, cabelos. Ela olhou em meus olhos e me sorriu.
- Eu te amo tanto, Cláudia. Roberta me disse, encarando-me.
- Você me faz tão feliz, minha princesinha.
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Mais tarde resolvemos sair para jantar e ir ao cinema. Bom, do filme só ficamos sabendo do nome, pois tínhamos coisas mais prazerosas para fazermos no escurinho do cinema.
Passamos o fim de semana praticamente se amando, e o amor que eu sentia por Cláudia ficava cada vez mais intenso.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
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