quarta-feira, 9 de abril de 2008

7 - Pegando fogo

Chegamos ao prédio que Cláudia morava. Nossa vontade era estarmos sempre com a boca colada. Era um esforço sobre-humano nos mantermos afastadas. Para nosso desespero tinha mais alguém esperando o elevador, por isso tínhamos de nos controlarmos. Foi uma tortura. Enfim chegamos ao apartamento dela e, mal entramos, começamos a nos agarrar. Nos beijávamos loucamente. Tínhamos urgência. Aos poucos nossas roupas foram sendo retiradas e ficaram no chão. Estávamos completamente nuas. Nossos corpos quentes colados. Nos olhamos e sorrimos. Coloquei a mão em sua nuca e a puxei para mim e sussurrei no ouvido de Claúdia:

- Eu... eu nun... nunca fiz isto antes. Disse gaguejando.

- Nem com os meninos? Ela perguntou olhando-me com os olhos verdes lindos e carregados de paixão.

- Com ninguém. Sustentei o olhar e sorri. Ela sorriu-me de volta.

- Adoro quando você fica vermelhinha. Disse e depositou um beijo em meus lábios, em seguida olhou-me e acariciou meu rosto. – Não se preocupe, minha princesinha, você saberá o que fazer, é só seguir a sua vontade. Sorriu e beijou o meu pescoço. Meu corpo reagia a cada carinho que ela fazia, cada beijo dado em minha pele, cada carícia feita.

- Me mostre como é. Pedi e ela deu-me um beijo apaixonado. Pegou minha mão com carinho e levou-me ao seu quarto. Deitei-me na cama e ela deitou-se ao meu lado, virada para mim. Sua mão fazia suaves carinhos pela minha barriga. Ela começou a beijar o rosto, o pescoço, minha boca. Nossas línguas exploravam-se mutuamente, num beijo delicioso. Sua mão percorria meu corpo. Arrepiava-me inteira. Nossas pernas enroscavam-se, de forma gostosa. Sentia uma vontade louca de sentir ela dentro de mim. Meu sexo encharcado latejava de vontade. Cláudia desceu sua boca até um dos meus seios, circulou o mamilo com a língua, sugou, mordiscou, eu soltava gemidos enlouquecidos. Foi ao outro e fez a mesma coisa. Sua mão acariciava minha barriga e desceu em direção ao meu sexo. Instintivamente abri as pernas. Acariciou-o. Deliramos. Nossos gemidos se misturavam. Meu coração batia alucinadamente dentro do peito. Desceu sua boca, deixando beijos molhados em direção ao meu sexo. Gemi alto.

- Me... faça sua, meu... amor. Não tô... agüentando mais... falei gemendo, estava louca para sentir sua boca em mim.

- Sim... Falou e tomou meu sexo com sua boca, sua língua quente e macia percorria todo ele, me explorando. Gemia alucinadamente. Sentia como se levasse pequenos choques pelo corpo todo. Senti sua língua me invadir, fui ao delírio, rebolava meus quadris e Cláudia cada vez mais me invadia com sua língua deliciosa, me enlouquecendo.

- Mais... mais.... mais... isso... Gemia sem parar, sempre pedindo por mais.

Comecei a sentir meu corpo tremer todo e uma sensação deliciosa e poderosa tomou conta dele, contorcendo-me toda e explodindo num gozo maravilhoso, intenso. Caraca, não imaginava que isso era tão gostoso, tão delicioso... tão.. tão maravilhoso!

Cláudia veio beijando meu corpo e deu-me um beijo. Senti meu gosto em sua boca. Isso me excitou mais ainda. Ficamos nos beijando por algum tempinho e então ela beijou meus seios, reacendendo meu desejo novamente. E de novo ela tomou conta de meu corpo, desceu sua mão até meu sexo, acariciou-o e suavemente e penetrou seu dedo em mim. Gememos juntas. Cláudia me beijava ao mesmo tempo em que movimentava sua mão em mim. Sentia seu dedo deslizar dentro de mim, provocando-me novas sensações de prazer. Perdíamos em nossos olhares apaixonados. Nossos corpos estavam entrelaçados. A cada investida dela eu gemia e mais intensamente ela me invadia. Rebolava meus quadris alucinadamente e falava algumas coisas sem nexo, até que senti o gozo chegando forte, explodindo-me em puro prazer. Sentia-me no céu. Como isso era maravilhoso. Delicioso. Ela me abraçou e ficamos nesse abraço um bom tempo, sentindo nossos corações se acalmando. Até que ela disse:

- Minha princesinha, está tudo bem contigo? Perguntou-me e perdi-me no verde de seu olhar.

- Eu a amo tanto, meu amor. Estou me sentindo maravilhosamente bem. Foi maravilhoso. Disse e fui ficando por cima dela. – Agora eu quero lhe amar. Quero fazer você sentir o que eu senti. Me diz como você gosta? Perguntei beijando-a e esfregando-me nela.

- Gosto de tudo. Faça tudo que você sentir vontade em mim.

Nos beijamos e comecei a minha exploração em seu corpo delicioso. Beijava, lambia cada centímetro de pele macia que encontrava pela frente. Deliciei-me em seus seios. Eram lindos. Beijei todinha sua barriga e fui descendo em direção ao seu sexo, necessitava sentir seu gosto, seu cheiro, mas antes desci para suas pernas, beijava-as, mordiscava-as... não agüentando a vontade, subi para seu paraíso e tomei-o com minha boca, invadi minha língua nele, explorando-o deliciosamente. Ouvia-a gemendo loucamente, pedindo-me para não parar. Com minha língua senti seu clitóris durinho de tesão, delicioso, acariciei-o com carinho. Ela delirou. Desci minha língua e a penetrei, senti sua maciez... fiz vários movimentos e por fim a penetrei com meu dedo. Gememos. Movimentei-me com vontade... voltei a beijá-la na boca. Nossos corpos suados, colados. Esfregava-me nela com tesão imenso. Cláudia me pedia mais e mais, intensifiquei os movimentos de minha mão e de meu corpo, ela rebolava e gemia enlouquecida, até que senti nossos corpos tremerem de prazer, num gozo intenso. Sublime. Nos beijamos, suadas, mas não extenuadas. Ficamos nos amando noite adentro. Nos explorando intensamente. Até que nossos corpos saciados, por enquanto, adormecessem.

Um comentário:

Anônimo disse...

Uii

acho q preciso de gelo aki..

iuhaiauhaiuhaiuahuiaa